As ações de defesa agropecuária realizadas pelo Governo de Rondônia consolidaram o estado como referência nacional no controle sanitário de rebanhos e lavouras. O trabalho de prevenção, monitoramento e combate a pragas e doenças é reconhecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), garantindo certificações que fortalecem a produção e ampliam mercados.
De acordo com a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), Rondônia possui cerca de 18 milhões de cabeças de gado e é classificado como zona livre de febre aftosa sem vacinação. Na agricultura, o monitoramento de problemas fitossanitários como a monilíase do cacaueiro, o nematoide dos cafezais, a ferrugem da soja e o cancro cítrico previne prejuízos e contribui para maior rentabilidade dos produtores.
O governador Marcos Rocha destacou que os avanços são fruto da adoção de tecnologias, boas práticas agropecuárias e manejo sanitário eficaz. “O trabalho eficiente de defesa agropecuária contribui para Rondônia ter produções reconhecidas pela qualidade diferenciada e prósperas”, afirmou.
Segundo dados do Mapa, o Valor Bruto da Produção (VBP) estadual cresceu de R$ 16,2 bilhões em 2019 para R$ 30,6 bilhões em 2025. Apenas a pecuária representou R$ 17,5 bilhões, enquanto as lavouras somaram mais de R$ 13 bilhões, evidenciando a força do agronegócio rondoniense.
O presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres, ressaltou que o controle começa desde as sementes e mudas, com inspeções em viveiros e revendas, e se estende às ações contra o comércio clandestino de alimentos. Na pecuária, Rondônia mantém políticas de biosseguridade, inspeções veterinárias oficiais e sistemas informatizados que permitem respostas rápidas a emergências sanitárias.
Para fortalecer o setor, mais de R$ 174 milhões em investimentos foram destinados à modernização das sedes municipais da Idaron e à ampliação dos serviços prestados aos produtores rurais em todos os 52 municípios.
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