O Psol pretende transformar a defesa do fim da escala 6×1 em uma das principais bandeiras de sua campanha para as eleições de 2026. A sigla quer usar o tema como motor de mobilização para ampliar sua presença no Congresso Nacional, manter as 14 cadeiras atuais na Câmara dos Deputados e, pela primeira vez, conquistar representação no Senado, onde cada estado elegerá dois senadores.
Entre os nomes em articulação para o Senado estão Manuela D’Ávila, que deve se filiar ao partido e disputar pelo Rio Grande do Sul; Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, que avalia candidatura em São Paulo; e Áurea Carolina, confirmada como pré-candidata por Minas Gerais.
Na disputa pela Câmara, o Psol busca renovar sua base em São Paulo, diante da saída de Guilherme Boulos, que concorreria à Prefeitura de São Paulo. Entre os cotados estão Érika Hilton, Sâmia Bonfim, Juliano Medeiros e Guilherme Cortez. Já a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, deve concorrer com maior projeção após sua atuação no governo.
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O partido também aposta em candidaturas estratégicas no Distrito Federal, com Fábio Felix; no Rio de Janeiro, com o vereador Rick Azevedo; além de nomes no Pará, Rio Grande do Norte e Ceará. A sigla mira consolidar presença nacional e reforçar sua pauta trabalhista nas eleições de 2026.
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